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O Matador: um filme sobre a turmalina do cangaço

By 25 de junho de 2019 Joias No Comments

 

Desde que o filme “O Matador” estreou em 10 de novembro de 2017, um burburinho em torno da exploração de gemas ganhou força no cinema nacional. Isso porque que a trama que envolve o cangaço brasileiro também fala sobre a exploração de pedras preciosas, como a turmalina.

Antes de mais nada, é importante ressaltar que esse foi o primeiro filme brasileiro de ficção produzido pela Netflix. Sob comando do diretor e roteirista Marcelo Galvão, que também assumiu as diretrizes de Colegas (2012), um filme sobre a amizade entre portadores de síndrome de Down e aclamado por crítica e público, a narrativa é cheia de reviravoltas e algumas dúzias de mortes.

No entanto, o cangaço pernambucano também serve como cenário para a revelação de uma das maiores preciosidades da região: a turmalina paraíba. Isso porque as jornadas do protagonista Cabeleira (interpretado pelo ator português Diogo Morgado) e do vilão Monsieur Blanchard (Etiennet Chicot) vão paralelamente ao encontro das pedras raras.

Capa do filme

Na história, que se passa entre 1910 e 1940, um menino criado por um cangaceiro chamado Sete Orelhas cresce e vai em busca do “pai” desaparecido. Inicialmente ele encontra uma cidade sem lei governada por um coronel francês que domina o mercado de gemas. Eventualmente passa a trabalhar para ele e acaba obcecado pela beleza das turmalinas, se tornando um assassino de aluguel.

Joias e acessórios em “O Matador”

 

Embora extremamente denso, o longa atrai os olhares para o minucioso trabalho de Isabella Blanco. Prova disso é a bengala usada por Monsieur Blanchard, por exemplo, que foi garimpada e recebeu aplicações de lápis-lazúli e turmalinas paraíba.

Foi com um trabalho minucioso que a equipe conseguiu dar vida à beleza das pedras preciosas. Principalmente ao uso da turmalina paraíba na trama de “O Matador”.

De um azul profundo, com brilho próprio, a turmalina paraíba é hoje considerada a pedra mais rara do mundo. Descoberta na Paraíba da década de 80, a gema é encontrada em apenas cinco minas ao redor do planeta. Três delas estão localizadas no Brasil, de onde saem os exemplares mais valiosos. Entretanto, a produção é muito escassa, e isso faz com que ela seja cada vez mais cara e cobiçada.

Outras turmalinas

Se a turmalina paraíba clássica parece um sonho distante, outras versões da pedra podem satisfazer o desejo latente. Embora seja encontrada em maior quantidade na cor azul, a gema também está disponível em quase todas as cores do arco-íris.

Algumas das versões de turmalina são: a negra, a azul, a verde, a opalizada, a vermelha ou olho de gato. Esta última é simbolo de sofisticação e elegância. Curiosamente, esta também é a pedra dedicada aos nascidos em outubro.

E é claro que nós da Herreira não deixaríamos pedras tão lindas fora de nosso portfólio. Essas são algumas das peças que temos com turmalina. Se você quiser saber mais sobre, não deixe de nos acompanhar no Instagram, é lá que sempre postamos novidades.

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